Tecnologia e Inovação
Brazilian Critical Minerals Limited reforça estratégia de ISR no projeto Ema
Brazilian Critical Minerals Limited apresenta resultados positivos de lixiviação no projeto Ema, Amazonas, com até 62% de recuperação em terras raras. Estudo de viabilidade está previsto para junho de 2026.
Testes indicam resposta à lixiviação ao longo de quilômetros de mineralização no Amazonas
A Brazilian Critical Minerals Limited divulgou novos resultados de lixiviação com sulfato de magnésio no projeto de terras raras de argilas iônicas Ema, localizado na região de Apuí, no Amazonas.
O programa avaliou 262 amostras de 56 furos da campanha de perfuração de 2025 e identificou 58 interceptos no horizonte mineralizado. As recuperações médias foram de 48% para óxidos totais de terras raras, ou TREO, e 62% para óxidos de terras raras magnéticas, ou MREO.
A proporção média MREO:TREO atingiu 39%. No furo EMA-TR-465, o resultado foi de 9 metros com 780 ppm de TREO lixiviado. Já o EMA-TR-492 registrou 9 metros com 517 ppm, incluindo um intervalo de 1 metro com 1.693 ppm de TREO lixiviado, 502 ppm de neodímio-praseodímio e 66 ppm de disprósio-térbio.
Os maiores valores solúveis foram encontrados no saprolito inferior, imediatamente acima da rocha fresca. Segundo a empresa, essa configuração favorece a avaliação da recuperação in situ, com zona enriquecida de aproximadamente 10 metros de espessura.
O projeto possui recurso mineral estimado em 1,071 bilhão de toneladas, incluindo 392 milhões de toneladas na categoria indicada. O estudo de viabilidade bancável está previsto para junho de 2026, enquanto discussões sobre compra futura da produção, licenciamento e financiamento seguem em andamento.
Como a viabilidade da recuperação in situ pode alterar custos, escala e competitividade da produção brasileira de terras raras magnéticas?
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Fonte: Brazilian Critical Minerals – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
