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Grupo Antofagasta Minerals mantém meta de até 700 mil toneladas de cobre

A Grupo Antofagasta Minerals produziu 143 mil toneladas de cobre no 1º trimestre de 2026, queda de 8%, mas manteve meta anual de até 700 mil toneladas e reduziu custos em 30%.

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Produção recuou no primeiro trimestre, enquanto custos líquidos caíram 30%

A Grupo Antofagasta Minerals produziu 143 mil toneladas de cobre no primeiro trimestre de 2026, queda de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A redução refletiu menores taxas de processamento e teores mais baixos em duas concentradoras. Em contrapartida, o custo caixa líquido caiu 30%, para US$ 1,08 por libra.

A mineradora manteve a projeção anual de produção entre 650 mil e 700 mil toneladas, com custo caixa líquido entre US$ 1,15 e US$ 1,35 por libra. A expectativa é de crescimento trimestral da produção, apoiado por maior processamento e melhora dos teores em Los Pelambres.

O investimento previsto para 2026 permanece em US$ 3,4 bilhões. O projeto da segunda concentradora de Centinela segue dentro do cronograma e do orçamento, com atividades de pré-comissionamento em andamento.

A produção de ouro cresceu 8%, para 46,5 mil onças, enquanto a de molibdênio permaneceu próxima de 3 mil toneladas. A empresa também monitora a alta do ácido sulfúrico, insumo relevante para a mineração chilena de cobre.

Como custos de insumos e recuperação dos teores podem influenciar o cumprimento das metas da Antofagasta em 2026?

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Fonte: The Mining – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

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