Políticas e Regulações
MMG contesta preocupações da UE sobre compra de níquel da Anglo
A MMG Limited contestou preocupações da Comissão Europeia sobre sua compra do negócio de níquel da Anglo American no Brasil, avaliada em até US$ 500 milhões, destacando que a operação não afetará o mercado europeu.


Operação de até US$ 500 milhões envolve ativos no Brasil e segue sob análise antitruste europeia
A MMG Limited contestou as preocupações preliminares da Comissão Europeia sobre a aquisição do negócio de níquel da Anglo American no Brasil. A autoridade enviou uma Comunicação de Objeções à companhia em 16 de setembro, etapa que não representa decisão final sobre a transação.
A Comissão avalia que a operação poderia criar risco de redirecionamento do fornecimento de ferroníquel para fora do mercado europeu, com possíveis efeitos sobre produtores de aço inoxidável. A MMG afirma que essa avaliação não reflete as condições comerciais do mercado e declarou que pretende manter o atendimento aos clientes europeus.
“Bloquear esta aquisição criaria um cenário em que todas as partes interessadas sairiam perdendo”, afirmou Troy Hey, gerente geral executivo de relações corporativas da MMG.
O acordo, anunciado em 2025 por até US$ 500 milhões, inclui as operações de Barro Alto e Codemin, em Goiás, além dos projetos Morro Sem Boné, em Mato Grosso, e Jacaré, no Pará. A MMG afirma que o negócio brasileiro continuaria operando de forma independente.
Como o avanço da análise antitruste pode influenciar operações internacionais envolvendo ativos minerais brasileiros?
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Fonte: Valor Econômico | femto design.
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