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Rare Earths Americas reporta 22 m a 2.298 ppm TREO+Sc em Goiás

Rare Earths Americas reporta mineralização de 22 m a 2.298 ppm TREO+Sc no Projeto Homer-A, em Goiás. Sondagens iniciais indicam potencial significativo para terras raras pesadas.

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Resultados iniciais no Homer-A indicam mineralização próxima à superfície e enriquecimento em terras raras pesadas

A Rare Earths Americas divulgou os primeiros resultados de sondagem do Projeto Homer-A, em Goiás. Os ensaios abrangem cerca de 1.250 metros, equivalentes a 8% do programa de 15.000 metros previsto para 2026.

A perfuração identificou mineralização em argila e saprolito em uma área inicial de aproximadamente 2,15 km², com espessura média próxima de 20 metros. No furo RC-TGA-0010, foram registrados 22 metros a 2.298 ppm TREO+Sc, a partir de 5 metros de profundidade.

Intervalos acima de 4.000 ppm TREO apresentam, segundo a companhia, mais de 70% de NdPr e óxidos de terras raras pesadas combinados, além de mais de 4,5% de DyTb.

Mais de 6.500 metros já haviam sido perfurados até 15 de setembro. A REA ampliou a operação para quatro sondas e pretende concluir os 15.000 metros até o fim de 2026, com estimativa inicial de recursos minerais prevista para 2027.

O projeto permanece em estágio inicial de exploração. Ainda não há recurso ou reserva mineral definidos, e testes metalúrgicos estão em andamento para avaliar a recuperação e verificar se a mineralização apresenta características de argila de adsorção iônica.

Como os próximos resultados de sondagem e metalurgia poderão definir o potencial do Homer-A entre os projetos brasileiros de terras raras?

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Fonte: Rare Earths Americas | femto design.

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