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Alvo avança em terras raras pesadas no Tocantins

A Alvo confirmou terras raras pesadas em Bluebush (TO): o furo BLD002 interceptou 5 m a 1.390 ppm de TREO e 68 ppm de DyTb, incluindo 2 m a 2.040 ppm de TREO.

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Perfurações em Bluebush confirmam argilas superficiais enriquecidas em disprósio e térbio, elementos usados em ímãs permanentes.

A Alvo Minerals Ltd reportou novos resultados de perfuração diamantada e a trado no projeto Bluebush, no Tocantins, com interceptações espessas e próximas à superfície enriquecidas em terras raras pesadas, especialmente disprósio e térbio.

Entre os destaques, o furo BLD002 registrou 5 metros com 1.390 ppm de TREO e 68 ppm de DyTb a partir da superfície, incluindo 2 metros com 2.040 ppm de TREO e 123 ppm de DyTb.

A companhia também concluiu o contrato definitivo para aquisição da Mata Azul, proprietária de Bluebush, por meio da subsidiária brasileira Lanta Resources. A área do projeto passou a 9.859 hectares.

Segundo a Alvo, o projeto está inserido no Granito Serra Dourada, mesma unidade geológica associada ao depósito Pela Ema, da Serra Verde. A empresa agora direcionará a exploração para Boa Vista Praia e São Bento, com objetivo de avançar para uma estimativa inaugural de recursos minerais.

“A importância das terras raras pesadas em Bluebush não pode ser subestimada. O disprósio e o térbio representam cerca de um oitavo do conteúdo de terras raras para ímãs nos intervalos reportados”, afirmou Rob Smakman, diretor-geral da Alvo.

Como novos projetos de terras raras pesadas podem ampliar a posição do Brasil na cadeia global de ímãs permanentes?

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Fonte: TipRanks | femto design.

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