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Rio Tinto vê lítio como divisão de maior crescimento
A Rio Tinto projeta crescimento no setor de lítio, visando capacidade de 200 mil toneladas até 2028, focando em tecnologias de extração direta e contratos de longo prazo, sem buscar liderança global.
Companhia mira capacidade de 200 mil toneladas até 2028, sem buscar liderança global no setor
A Rio Tinto espera que seu negócio de lítio cresça mais rapidamente que as divisões de cobre, minério de ferro e outros segmentos, em meio à demanda dos mercados de veículos elétricos e armazenamento de baterias.
A companhia planeja produzir pelo menos 61 mil toneladas métricas de lítio neste ano e alcançar capacidade de 200 mil toneladas até 2028, caso haja demanda de mercado.
O avanço ocorre após a aquisição da Arcadium, que ampliou o acesso da Rio Tinto a minas, plantas de processamento e depósitos em quatro continentes, além de uma base de clientes que inclui a Tesla.
Segundo Jérôme Pécresse, chefe da unidade de alumínio e lítio da Rio Tinto, a prioridade é colocar em operação ativos de baixo custo e atender clientes interessados em contratos de longo prazo.
A empresa também aposta em tecnologias de extração direta de lítio, consideradas parte relevante da estratégia após a aquisição da Arcadium. Pécresse afirmou que um dos projetos com essa tecnologia deve ser lançado nos próximos anos.
Apesar da expansão, o executivo disse que o objetivo da Rio Tinto não é se tornar a maior produtora global de lítio, mas construir um conjunto de ativos com relevância suficiente junto aos clientes.
Como a expansão de grandes mineradoras no lítio pode alterar a competição global por minerais críticos e baterias?
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Fonte: Reuters – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
