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ArcelorMittal adia planos com hidrogênio verde e captura de carbono
A ArcelorMittal adiou investimentos em hidrogênio verde e captura de carbono até 2030, priorizando soluções incrementais devido a altos custos e incertezas regulatórias.
Empresa aposta em soluções incrementais até 2030, diante de custos e incertezas regulatórias
A ArcelorMittal, segunda maior produtora de aço do mundo, declarou em seu relatório de sustentabilidade que tecnologias como hidrogênio verde e captura de carbono (CCUS) ainda não são viáveis economicamente antes de 2030.
Principais obstáculos:
- Alto custo operacional e de capital
- Falta de infraestrutura de CCS
- Incerteza sobre políticas públicas de apoio
Projetos de DRI com hidrogênio em países como França, Alemanha, Espanha e Bélgica foram congelados. Mesmo o uso de gás natural em DRI com forno elétrico (EAF) não se mostra competitivo frente aos altos-fornos a carvão.
Diante disso, a empresa decidiu priorizar:
- Investimentos em fornos elétricos a arco (EAF)
- Aumento de eficiência energética e redução gradual de emissões
- Manutenção de um orçamento anual de até US$ 5 bilhões para transição
Segundo o CEO Aditya Mittal, avanços em tecnologias de baixo carbono dependerão de políticas públicas estáveis e estímulos governamentais, especialmente na Europa.
A empresa afirma que o aço é peça-chave da economia Net Zero, inclusive como insumo para infraestrutura de hidrogênio e sistemas de transporte de carbono.
Sua empresa está adaptando sua estratégia à realidade econômica da descarbonização?
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Fonte: Fuel Cells Works – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe da femto.
