Mercado Global
Queda do ouro retira US$ 228 bilhões das maiores mineradoras
O mercado das 50 maiores mineradoras caiu US$ 228 bilhões no segundo trimestre devido à queda do ouro. A BHP e a Rio Tinto ganharam espaço, enquanto Agnico Eagle despencou.
Produtoras de metais preciosos recuam, enquanto BHP e Rio Tinto recuperam espaço no ranking global
O valor de mercado combinado das 50 maiores mineradoras listadas em bolsa caiu US$ 228 bilhões no segundo trimestre de 2026, encerrando junho em US$ 2,19 trilhões.
O movimento reduziu o ganho acumulado do grupo no ano para US$ 22 bilhões. No primeiro trimestre, a capitalização conjunta havia alcançado US$ 2,41 trilhões.
A correção foi impulsionada pela queda do ouro, que saiu de uma máxima de US$ 5.589 por onça no fim de janeiro e chegou a romper o patamar de US$ 4.000 em junho. A Agnico Eagle perdeu US$ 28 bilhões em valor de mercado, enquanto GOLD FIELDS e Shandong Gold Mining Co., Ltd. recuaram 28% e 40%, respectivamente.
Na direção oposta, a BHP avançou 16%, adicionou US$ 28 bilhões e encerrou o período avaliada em US$ 209 bilhões. A Rio Tinto retomou a segunda posição, com capitalização de US$ 162 bilhões.
As ações de lítio também ficaram atrás da valorização da commodity. SQM, GanfengLithium e Albemarle Corporation perderam entre 13% e 25% no trimestre, apesar da alta do carbonato de lítio no acumulado do ano.
Como a volatilidade das commodities pode alterar a distribuição de valor entre mineradoras especializadas e grupos diversificados?
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Fonte: Mining Reporters – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.
