Políticas e Regulações
Brasil avança em parcerias privadas para urânio
O BNDES selecionou o Consórcio VGLHH para desenvolver modelos de negócio do Programa Pró-Urânio, visando parcerias privadas em cinco províncias minerais. O contrato de três anos avaliará viabilidade econômica e impactos sociais.


Consórcio VGLHH vai estruturar modelos de negócio para cinco províncias minerais
O BNDES selecionou o Consórcio VGLHH para elaborar modelos de negócio do Programa Pró-Urânio, iniciativa conduzida com a Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e a ENBPar para estruturar parcerias com o setor privado.
O grupo, liderado pela Vallya Advisors, reúne GE21 Consultoria Mineral, Lefosse Advogados, Harpia Consultoria Ambiental e de Gerenciamento de Projetos e Harpia Group AG. O contrato terá vigência de três anos.
Os estudos abrangem cinco províncias minerais: Amorinópolis, em Goiás; Espinharas, na Paraíba; Figueiras, no Paraná; Rio Preto, entre Goiás e Tocantins; e Lagoa Real, na Bahia. Serão avaliados aspectos geológicos, regulatórios, econômico-financeiros, socioambientais, de mercado e impacto social.
O consórcio tem até o segundo trimestre de 2027 para apresentar cenários e alternativas de modelagem. Depois, INB e ENBPar deverão selecionar os formatos para posterior interação com investidores.
“Quem investe em pesquisa mineral assume um risco elevado e precisa ter segurança de que, em caso de descoberta de uma jazida economicamente viável, poderá avançar para seu desenvolvimento”, afirma Tomás Albuquerque Figueiredo, presidente da INB.
Como o desenho dessas parcerias pode ampliar investimentos em urânio sem alterar o papel estratégico da União no setor nuclear?
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Fonte: INB | femto design.
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