Tecnologia e Inovação
Brazilian Nickel destaca agregação de valor no Piauí
A Brazilian Nickel destacou na EXPOSIBRAM 2026 a transformação do minério com 1% de níquel em MHP com 48% do metal. A empresa utiliza tecnologia de lixiviação em pilha para reduzir a pegada de carbono.


Projeto transforma minério com cerca de 1% de níquel em MHP com aproximadamente 48% do metal
A Brazilian Nickel defendeu, durante a EXPOSIBRAM 2026, que o debate sobre minerais críticos considere também as etapas de processamento realizadas entre a extração e a exportação.
No Projeto Piauí Níquel, o minério laterítico apresenta concentração natural de cerca de 1% de níquel. Após processamento, a companhia obtém MHP, ou Precipitado de Hidróxido Misto, com aproximadamente 48% de níquel e 2% de cobalto, destinado a refinarias dos Estados Unidos e da Europa.
A empresa já produziu e comercializado MHP em sua planta-piloto. Para a escala comercial, pretende aplicar lixiviação em pilha, tecnologia utilizada em outros metais e adaptada pela companhia ao processamento de níquel.
Segundo a Brazilian Nickel, a rota foi desenvolvida e testada no Brasil e pode reduzir a pegada de carbono em comparação com alternativas convencionais de processamento de laterita.
Na EXPOSIBRAM, o CFO Andre Simao também destacou fatores como licenciamento, tributação, energia e crédito de longo prazo na disputa internacional por capital para projetos de minerais críticos.
Como o Brasil pode combinar processamento mineral, tecnologia e financiamento para ampliar sua participação na cadeia global de minerais críticos?
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Fonte: Brazilian Nickel | femto design.
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Foto: Janaina Massote














