Sustentabilidade e Meio Ambiente
Samarco e Universidade Federal de Viçosa estudam 22 espécies ameaçadas
Samarco e a Universidade Federal de Viçosa estudam 22 espécies ameaçadas na Bacia do Rio Doce, contribuindo para leis de proteção e ampliando a conservação da biodiversidade local.


Projeto na Bacia do Rio Doce apoiou quatro leis municipais de proteção à biodiversidade
Uma parceria entre a Samarco e a Universidade Federal de Viçosa gerou informações sobre 22 espécies ameaçadas de extinção na Bacia do Rio Doce, em Minas Gerais. O projeto foi concluído em maio de 2026 após quatro anos de atividades.
A iniciativa estudou aves e mamíferos terrestres e foi organizada em três eixos: pesquisa da fauna do Alto e Médio Rio Doce, conservação dos saguis-da-serra e ações de ciência cidadã, educação ambiental e ecoturismo.
Os trabalhos também ampliaram a estrutura do Centro de Conservação dos Saguis-da-Serra da UFV e produziram dados sobre a distribuição das espécies, áreas prioritárias e estratégias de manejo, monitoramento e resgate.
Parte das informações passou a integrar o Programa de Manejo Populacional dos Saguis, coordenado pelo ICMBio. O estudo também contribuiu para leis que reconheceram os saguis-da-serra como patrimônio da biodiversidade em Itueta, Santa Rita do Itueto, Resplendor e Conselheiro Pena.
O projeto integra as ações de reparação ambiental da Samarco no âmbito do Novo Acordo do Rio Doce.
Como a integração entre pesquisa científica, comunidades e políticas públicas pode ampliar a conservação da biodiversidade em áreas impactadas?
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Fonte: Samarco | femto design.
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