Mercado Global
Exportações de tungstênio do RN crescem 356% em 2026
As exportações de tungstênio do RN alcançaram US$ 6,8 milhões no primeiro semestre de 2026, alta de 356% em relação ao ano anterior, impulsionadas pela valorização internacional do mineral.


Valorização internacional impulsiona receita mesmo sem avanço proporcional no volume embarcado.
As exportações de tungstênio do Rio Grande do Norte somaram US$ 6,8 milhões no primeiro semestre de 2026, alta de 356% sobre os US$ 1,5 milhão registrados no mesmo período de 2025.
O Estado embarcou 88,5 toneladas nos seis primeiros meses do ano. O valor médio exportado chegou a US$ 76,98 por quilo, em um movimento de valorização que colocou o tungstênio na segunda posição entre os minerais que mais geram CFEM no RN, atrás apenas do ouro.
A produção está concentrada em Currais Novos, na Província Mineral do Seridó, onde a exploração de xelita ocorre desde a década de 1940. Os Países Baixos foram o principal destino das exportações potiguares.
Entre janeiro e julho, a arrecadação de CFEM associada ao tungstênio somou aproximadamente R$ 1,5 milhão. No mesmo período, toda a atividade mineral do Estado gerou cerca de R$ 17 milhões em compensações.
A valorização ocorre em um cenário de restrições chinesas às exportações e maior demanda por tungstênio em aplicações industriais, defesa, microchips, baterias e veículos elétricos.
Como a alta internacional do tungstênio pode estimular novas pesquisas e reativar depósitos no Seridó?
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Fontes: Sebrae-RN | femto design.
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