Tecnologia e Inovação
BFS aponta VPL de US$ 1,47 bi para o Projeto Ema
O Estudo de Viabilidade do Projeto Ema, da Brazilian Critical Minerals, indica um VPL de US$ 1,47 bi e TIR de 105%, com produção média de 5.500 t/ano de terras raras no Amazonas.
Estudo posiciona ativo de terras raras no Amazonas para financiamento, licenciamento e decisão final de investimento
A Brazilian Critical Minerals Limited concluiu o Estudo de Viabilidade Bancável do Projeto de Terras Raras Ema, de propriedade integral da companhia, localizado no sudeste do Amazonas.
O BFS aponta VPL pós-impostos de US$ 1,47 bilhão e TIR pós-impostos de 105%, no cenário base de preços. O capital de desenvolvimento da Etapa 1 foi estimado em US$ 74 milhões, com payback previsto de seis meses a partir da primeira produção.
O plano considera uma operação de 20 anos, com produção média de 5.500 t/ano de TREO e 1.900 t/ano de óxidos de terras raras magnéticas. A companhia prevê a produção de um carbonato misto de terras raras com teor médio de aproximadamente 52% de TREO ao longo da vida útil da mina.
O desenvolvimento foi estruturado para recuperação in situ, com uso de sulfato de magnésio como lixiviante para dessorver elementos de terras raras em solução. A Etapa 2 prevê expansão de 100% da capacidade de processamento, com capex estimado em US$ 27 milhões.
A estimativa de recursos minerais de abril de 2026 soma 1,071 bilhão de toneladas a 732 ppm de TREO, com 785.436 t de TREO contido. A meta de produção inclui 16% de recursos inferidos, e a companhia informou que nenhuma reserva de minério foi calculada para o estudo.
Como projetos de terras raras no Brasil podem alterar a segurança das cadeias globais de ímãs e minerais críticos fora da China?
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Fonte: Small Caps – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

