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Brasil estreia ETF com exposição a terras raras

O Brasil lançou o ETF RARA11, replicando o fundo REMX, da VanEck, visando empresas de terras raras. O país é o segundo maior detentor de reservas globais, atrás da China.

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RARA11 replica fundo internacional ligado a empresas de terras raras e metais estratégicos

A Investo lançou no Brasil o RARA11, fundo de índice listado na B3 que replica o ETF REMX, da VanEck, negociado na Bolsa de Nova York.

Segundo a gestora, o REMX possui mais de US$ 2,6 bilhões sob gestão e investe em empresas globais envolvidas na produção, refino e reciclagem de terras raras e metais estratégicos.

O lançamento ocorre em meio ao aumento do interesse internacional por ativos ligados a terras raras no Brasil, país apontado no texto-base como detentor do segundo maior volume de reservas do mundo, atrás da China.

As terras raras formam um grupo de 17 elementos químicos utilizados em ímãs de alta potência, veículos elétricos, turbinas eólicas, equipamentos de defesa e dispositivos eletrônicos.

Apesar do avanço do tema no mercado financeiro, especialistas alertam para a complexidade do segmento. Cada elemento possui aplicações, dinâmicas de oferta e demanda e níveis de volatilidade próprios.

Atualmente, grande parte dos projetos de terras raras no Brasil está em empresas júnior listadas no Canadá e na Austrália, com investidores habituados ao risco de projetos minerais em estágio inicial.

Como a chegada de produtos financeiros ligados a terras raras pode aproximar investidores brasileiros da cadeia global de minerais críticos?

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Fonte: Investo – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

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