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Graphcoa prevê investir até R$ 750 milhões em grafite em Minas Gerais
A Graphcoa planeja investir até R$ 750 milhões em um projeto de grafite em Minas Gerais, com início em 2029. A planta terá capacidade de 54 mil toneladas/ano, visando atender o mercado de baterias nos EUA.
Projeto no Vale do Jequitinhonha mira integrar a produção brasileira ao refino de material para baterias nos Estados Unidos
Controlada pelo Appian Capital Advisory, a Graphcoa prevê iniciar em 2029 a operação de seu projeto de grafite em Jordânia, no Vale do Jequitinhonha (MG), com capacidade plena estimada para 2030.
O investimento pode chegar a R$ 750 milhões, principalmente na planta que transformará o minério em concentrado de grafite. A capacidade projetada é de 54 mil toneladas por ano.
Do volume produzido em Minas Gerais, 85% deverá abastecer a Allied Graphite, também investida da Appian, que desenvolve no Arizona uma rota de refino para aplicação do material em ânodos de baterias de íon-lítio. Os 15% restantes serão direcionados ao mercado brasileiro.
O projeto utiliza aprendizados da operação de Itagimirim (BA), que funcionou durante 13 meses, até fevereiro, com capacidade de 5,5 mil toneladas anuais. Segundo a companhia, a unidade serviu como planta de demonstração e apoio ao desenvolvimento de engenharia do ativo mineiro.
A iniciativa integra a previsão da Appian de investir até R$ 1,5 bilhão na cadeia de grafite no Brasil. O fundo já desembolsou R$ 400 milhões no país, principalmente na operação baiana.
Como o Brasil pode ampliar sua participação nas etapas de maior valor agregado da cadeia de grafite e baterias?
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Fonte: Valor Econômico – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe do The Mining Brasil.

