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REA Brasil avança com três projetos de terras raras

A REA Brasil estruturou três projetos de terras raras e 205 títulos na Bahia, MG e GO; Alpha e Constellation têm recursos estimados em 202 milhões e 266 milhões de toneladas.

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Empresa reúne ativos na Bahia, Minas Gerais e Goiás e articula presença no midstream e downstream

A REA Brasil, braço nacional da Rare Earths Americas, estruturou em menos de um ano um portfólio com três projetos de terras raras e 205 títulos minerários distribuídos por Bahia, Minas Gerais e Goiás.

O Alpha, em Iguaí (BA), possui recurso estimado em 202 milhões de toneladas a 1.500 ppm de TREO e avança para a conclusão do estudo de escopo. Em Poços de Caldas (MG), o Constellation reúne 266 milhões de toneladas a 2.600 ppm de TREO, com estudo de escopo previsto para o segundo trimestre do próximo ano.

Em Goiás, o Homer ainda está em fase de exploração. Quatro sondas trabalham com meta de 15 mil a 18 mil metros, e os resultados já apontaram intervalos acima de 2.000 ppm de TREO, além de teores elevados de disprósio, térbio e praseodímio.

A companhia também articula parcerias para desenvolver etapas de separação de óxidos, produção de ligas e fabricação de ímãs no país. “A empresa de mineração não é uma empresa que fabrica ímã. Essa parceria, para que o off-taker venha para o Brasil, depende da condição tributária, condição de logística de estrada, de energia, de ferrovias”, afirmou Francisco Tomazoni Neto, diretor-geral da REA Brasil.

Com caixa entre US$ 70 milhões e US$ 75 milhões, a empresa afirma ter recursos para os estudos e etapas de pesquisa dos três projetos.

Como o avanço simultâneo da mineração, do midstream e do downstream pode ampliar a participação brasileira na cadeia global de terras raras?

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Fonte: Rare Earths Americas | femto design.

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