Políticas e Regulações
Anglo defende negociação ampla do Brasil em minerais críticos
Ana Sanches, CEO da Anglo American no Brasil e presidente do Ibram, defende negociar minerais críticos com todos os países e definir regras claras para atrair investimentos.
CEO da companhia no país aponta previsibilidade regulatória como fator para investimentos no setor
O Brasil deveria negociar minerais críticos com diferentes países, sem privilegiar um bloco geopolítico, na avaliação de Ana Sanches, CEO da Anglo American no país e presidente do conselho do Ibram.
“Temos que negociar com todos. Não há motivo para escolhermos um lado”, afirmou a executiva.
Sanches também defendeu regras, critérios e prazos claros para a política brasileira de minerais críticos, além de avanços no combate à mineração ilegal, no mapeamento geológico e na previsibilidade do licenciamento.
“O governo precisa desempenhar seu papel. Não vejo nada de errado nisso. Precisamos apenas de clareza sobre o que isso significa e como será implementado.”
A executiva também defende que o minério de ferro de alta qualidade seja tratado como mineral essencial, diante de seu papel na descarbonização da siderurgia. No Brasil, a Anglo mantém suas operações concentradas no Minas-Rio, que produz minério com cerca de 67% de teor de ferro.
Como o Brasil pode ampliar sua participação nas cadeias globais de minerais críticos sem limitar suas relações comerciais a um único bloco econômico?
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Fonte: Bloomberg | femto design.
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