Políticas e Regulações

Seis ferrovias entram na agenda prioritária da mineração

Seis ferrovias foram priorizadas pela ANTT para aumentar o escoamento mineral no Brasil, com investimento previsto de R$ 60 bi/ano. Projetos incluem Corredor Minas-Rio e EF-118.

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ANTT mira elevar investimentos no setor de R$ 21 bi para R$ 60 bi por ano e ampliar participação do modal na matriz de transportes

A ANTT apontou seis projetos ferroviários estratégicos para ampliar o escoamento da produção mineral: EF-118, Corredor Minas-Rio, Fico, Malha Oeste, Malha Sul e Ferrogrão.

Entre os projetos mais avançados está o Corredor Minas-Rio, com aproximadamente 733 km entre trechos de Minas Gerais e Rio de Janeiro. O TCU autorizou o avanço do chamamento público, condicionado a ajustes na modelagem antes da publicação do edital.

A EF-118 deverá conectar a malha ferroviária do Sudeste ao Porto do Açu, ampliando alternativas para cargas minerais de Minas Gerais. A Fico, por sua vez, avança na ligação entre Goiás e Mato Grosso e poderá integrar o futuro Corredor Leste-Oeste.

A agenda inclui ainda a relicitação da Malha Oeste, a reorganização da Malha Sul e o avanço da Ferrogrão. Segundo a ANTT, o objetivo é elevar os investimentos ferroviários dos atuais cerca de R$ 21 bilhões para R$ 60 bilhões por ano e aumentar a participação das ferrovias na matriz de transportes de 15% para aproximadamente 20%.

“Mineração é extração e logística. É uma atividade que tem muita dificuldade de se viabilizar quando não há meios eficientes de escoamento da produção”, afirmou Pablo Cesário, presidente do IBRAM – Instituto Brasileiro de Mineração.

Como o avanço desses corredores pode alterar a competitividade e a viabilidade de novos projetos minerais no Brasil?

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Fontes: ANTT; TCU | femto design.

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